DSpace - MPBA Meio Ambiente Manual - CEAMA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://dspace.sistemas.mpba.mp.br/jspui/handle/123456789/368
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorBIOFLORA, Tecnologia da Restauração-
dc.date.accessioned2021-12-07T18:47:53Z-
dc.date.available2021-12-07T18:47:53Z-
dc.date.issued2015-10-
dc.identifier.urihttp://dspace.sistemas.mpba.mp.br/jspui/handle/123456789/368-
dc.description.abstractNo abstract.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherMinistério Público do Estado da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRestauração ecológicapt_BR
dc.subjectConservação da biodiversidadept_BR
dc.subjectImóvel ruralpt_BR
dc.subjectReserva Legalpt_BR
dc.subjectÁreas de Preservação Permanentept_BR
dc.subjectPrograma de Regularização Ambientalpt_BR
dc.subjectProjeto de Recuperação de Áreas Degradadas e Alteradaspt_BR
dc.titleManual técnico de restauração ecológica para a adequação; ambiental de imóveis rurais do extremo sul da Bahiapt_BR
dc.typeLivropt_BR
dc.description.resumoEste manual técnico de restauração ecológica foi desenvolvido para atender à demanda de produtores rurais do extremo sul do estado da Bahia no que diz respeito a orientações para definição de metodolo-gias de restauração ecológica de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de Reserva legal (RL) e para operacionalização dessas metodologias no campo, necessárias para elaboração e operacionalização do Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas e Alteradas (PRADA), que é uma exigência do Programa de Regularização Ambiental (PRA) de imóveis rurais que apresentam passivos ambientais. Nesse contexto, este documento levanta as principais questões envolvidas na restauração ecológica do extremo sul da Bahia, considerando diferentes situações de degradação, diferentes situações de paisa-gem regional e diferentes filtros para restauração de cada situação. Isso resulta na apresentação dos diferentes métodos que poderão ser adotados em cada uma das situações de degradação do imóvel rural, assim como a descrição dos procedimentos operacionais necessários para implantação de cada etapa dessas metodologias no campo, entre outros.Assim, a análise conjunta das características de degradação da paisagem regional (resiliência de paisagem) e das características de uso atual e histórico da área a ser restaurada (resiliência local) para cada fitofisio-nomia regional permite a definição da metodologia mais adequada de restauração ecológica de cada situação de degradação, que é a grande chave do sucesso de iniciativas de restauração ecológica. No manual, essa tomada de decisão é subsidiada por textos explicativos sobre os fatores que definem a escolha de cada método de restauração, além de um fluxograma que sintetiza pontos chaves do processo de restauração. Os métodos de restauração ecológica também são diferenciados em função da possibilidade de se obter, ou não, o aproveitamento econômico da floresta, o que é permitido na legislação ambiental tanto para as APPs de pequenas propriedades, como para a RL de todos os imóveis rurais brasileiros. Em seguida, é apresentada uma lista de espécies com ocorrência regional e discriminadas por comportamentos ecológico-funcionais determinantes do papel de cada espécie na restauração. Por fim, são relacionados procedimentos operacionais para implantação desses métodos no campo, que vão desde o preparo da área a ser restaurada até as técnicas de monitoramento e avaliação da floresta restaurada. Na perspectiva de integrar a questão ambiental com a questão de produção dos imóveis rurais do sul da Bahia, promovendo a adequação ambiental, mas também a adequação agrícola do imóvel, nesse manual foram bastante exploradas as possibilidades de aproveitamento econômico das APPs restaura-das de pequenos imóveis rurais e da RL de todos os imóveis rurais. Também foi disponibilizada aos pro-prietários rurais uma cesta de possibilidades para alteração do uso das áreas agrícola de baixa aptidão do imóvel rural, com consequente baixa produtividade, como áreas declivosas, áreas de solo de baixa fertilidade ou áreas com afloramento rochoso, para uso florestal sustentável, que geralmente tem maior rendimento econômico que a ocupação atual, e no sentido de promover a regularização ambiental do imóvel rural do sul da Bahia e a melhoria de renda do proprietário rural baiano.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsMPBApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
Aparece nas coleções:Manual - CEAMA



Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.